Entendendo os Farangs
Guia cultural para tailandeses
Entendendo os Farangs — Um olhar humorístico sobre as culturas dos estrangeiros na Tailândia. Perfis por nacionalidade, hábitos de comunicação e estereótipos culturais.
Ce que vous allez apprendre
- Kreng jai*** (เกรงใจ) — a consideração, o fato de evitar incomodar ou impor. É um conceito central da sociedade tailandesa, ausente na maioria das culturas ocidentais.
- Sanuk*** (สนุก) — o prazer, a diversão. Os tailandeses buscam o *sanuk* em quase tudo o que fazem, inclusive no trabalho. Para um farang, "trabalhar" e "se divertir" são duas coisas diferentes.
- Sabai sabai*** (สบายๆ) — descontraído, relaxado, sem problemas. Um estado de espírito, não apenas uma expressão.
- Mai pen rai*** (ไม่เพิ่งใจ) — "não tem problema", "não é grave". Pode significar sabedoria ou evasão, dependendo do contexto.
- Face*** — a reputação social, a dignidade. Perder a face é uma das piores coisas possíveis na cultura tailandesa. A maioria dos farang não entende esse conceito.
- Sin sod*** (สินสอด) — o dote, tradicionalmente pago pelo marido à família da noiva no casamento. Ainda muito praticado na Tailândia, inclusive nos casais interculturais.
- Farang*** (ฝรั่ง) — a palavra tailandesa para designar um estrangeiro ocidental. Não é pejorativa em si, mas o tom conta.
- Jai yen*** (ใจเย็น) — "coração frio", no sentido de "manter a calma". A capacidade de permanecer sereno diante de uma situação frustrante é muito valorizada na Tailândia.
Chapitres détaillés
-
Por que os farang são tão difíceis de entender
- O que este livro não é
- Quem é o autor
- Por que o ponto de vista de dentro é único
- Os farang não são todos iguais
- Como usar este livro
- Glossário dos termos tailandeses
- Uma última palavra antes de começar
-
Capítulo 1 — Por que as nacionalidades importam
- Um farang não é um farang
- A nacionalidade molda o comportamento
- O que vamos ver
- Por que a nacionalidade é um indicador imperfeito, mas útil
- O que cada perfil nacional compreende
- As nacionalidades mais representadas na Tailândia
-
Os Ingleses
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: a insinuação como arte
- Humor: o sarcasmo é a segunda língua
- Dinheiro: discretos, mas gastadores
- Relacionamentos: a abordagem pragmática
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
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Os Americanos
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: o entusiasmo como língua materna
- Dinheiro: o grande paradoxo
- Relacionamentos: o dating como sistema
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
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Os Franceses
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: a reclamação como conexão
- O sarcasmo francês: nível avançado
- Dinheiro: a relação complexa
- Relacionamentos: o romantismo está lá, mas codificado
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
-
Os Alemães
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: a precisão em vez do calor
- Dinheiro: o orçamento manda
- Relacionamentos: o compromisso lento, mas sólido
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
-
Os Australianos
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: simples e direta
- Dinheiro: generosos, mas não burros
- Relacionamentos: a abordagem "no drama"
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
- A cultura "mate"
- A linguagem australiana
- O australiano em um relacionamento
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Os Russos
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: a aparente frieza
- Dinheiro: o paradoxo russo
- Relacionamentos: paixão e intensidade
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
-
Os Japoneses
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: tudo está no que não é dito
- Dinheiro: discreto e generoso
- Relacionamentos: lentos e profundos
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
-
Os Coreanos
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: hierarquia e respeito
- Dinheiro: o status é importante
- Relacionamentos: a pressão da sociedade
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
-
Os Brasileiros
- Estereótipo tailandês vs realidade
- Comunicação: o corpo fala
- Dinheiro: vivamos o hoje
- Relacionamentos: a paixão acima de tudo
- Pontos de atrito na Tailândia
- O que os torna únicos
-
Capítulo 2 — Além do farang "padrão"
- Por que este capítulo é o coração do livro
- Os perfis que vamos explorar
- Por que isso é importante para você
- Um ponto de esclarecimento
- O neurotípico como referência
- Por que este capítulo é diferente dos outros
-
O cérebro Asperger explicado de forma simples
- O que é — e o que não é
- Por que você deveria se interessar por isso
- As principais características
- O que a ciência não diz (mas que a vida ensina)
-
Comunicação Asperger: direta, não fria
- A franqueza como idioma padrão
- "Você deveria saber" = frase a ser banida
- Os monólogos de paixão
- O tom de voz enganoso
- O contato visual
- As mensagens de texto: um refúgio
- O que você pode fazer
-
Emoções: quando ele não sabe o que sente
- Alexitimia — a palavra complicada para um problema simples
- Emoções atrasadas
- Sobrecarga emocional
- Empatia cognitiva vs. empatia emocional
- Respostas inadequadas são, muitas vezes, boas intenções
- O que você pode fazer
-
Linguagem do amor: ele demonstra, não diz
- Os cinco idiomas do amor
- O que "eu te amo" significa na linguagem Asperger
- Por que presentes não são o ponto forte dele
- O contato físico: não natural, mas não ausente
- O tempo de qualidade: uma atenção total
- Aniversários e eventos
- O que você pode fazer
-
Quando o Asperger encontra a Tailândia
- Dupla decodificação
- *Kreng jai* vs comunicação direta
- *Sabai sabai* vs necessidade de controle
- O sorriso tailandês: um quebra-cabeça
- A hierarquia e o respeito
- O burnout cultural
- O que você pode fazer
-
HPI : cérebro demasiado rápido, tédio permanente
- O que é o alto potencial intelectual
- Por que isso é relevante na Tailândia
- O pensamento ultra-rápido
- O tédio diante da repetição
- A necessidade de significado
- O perfeccionismo
- A combinação Asperger + HPI
- O que você pode fazer
-
O introvertido em terras tailandesas
- Um mal-entendido cultural
- O farang silencioso
- As noites que duram demais
- O valor oculto do introvertido
- O introvertido e o mundo dos encontros
- O introvertido na Tailândia vs. no Ocidente
- Quando o introvertido também tem Síndrome de Asperger
-
O nómada digital sem raízes
- Quem é o nómada digital
- O perfil psicológico
- Relações instáveis por necessidade
- O tempo distorcido
- O que os torna únicos
- O nómada digital com Síndrome de Asperger
- As comunidades nómadas
-
O empreendedor expatriado
- O farang que cria na Tailândia
- O perfil psicológico
- O tempo não existe
- Dinheiro: o assunto central
- O que os torna únicos
- O empreendedor e a lei tailandesa
- O relacionamento com um empreendedor
-
O aposentado na Tailândia
- A segunda vida
- O perfil psicológico
- O choque geracional
- A dependência afetiva
- O que os torna únicos
- O aposentado e a saúde
- O aposentado com Asperger
- A armadilha do aposentado
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Capítulo 3 — Comunicação direta vs *kreng jai*
- Dois mundos, duas lógicas
- O farang diz o que pensa — e isso magoa
- O tailandês não diz o que pensa — e o farang se confunde
- As desculpas tailandesas que não são desculpas
- Encontrando um terreno comum
-
O dinheiro: tabu ocidental vs. compartilhamento tailandês
- Duas filosofias opostas
- O farang e o compartilhamento familiar
- O *sin sod* — o dote
- O farang que "segura o dinheiro"
- A pergunta que irrita
- Encontrar o equilíbrio
-
Família: individualismo vs coletivismo
- A diferença fundamental
- "Por que ele não visita a mãe dele?"
- "Por que eu preciso conhecer TODA a sua família?"
- As crianças: duas visões opostas
- O farang e a família política tailandesa
- O que pode ajudar
-
A liberdade acima de tudo
- O conceito ocidental de liberdade
- "Por que ele deixou a família?"
- A liberdade no casal
- A escolha de viver na Tailândia
- O que os tailandeses não compreendem
- O equilíbrio
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Humor, sarcasmo, *ironia*
- O humor como revelador cultural
- A ironia: a fronteira invisível
- O humor tailandês
- A autodepreciação: uma ponte possível
- O sarcasmo: perigoso em terreno intercultural
- O que é engraçado para os farang e ofensivo para os tailandeses
- O que é engraçado para os tailandeses e misterioso para os farang
- O humor como ferramenta de conexão
- O humor como barômetro de integração
- As piadas que não funcionam
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O tempo, a pontualidade, o planejamento
- "Time is money" vs "sabai sabai"
- A pontualidade: uma obsessão ocidental
- O planejamento como controle
- O tempo de resposta às mensagens
- O tempo nos relacionamentos
- Encontrar o compromisso
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Capítulo 4 — Por que eles fazem isso? — Perguntas sobre o cotidiano
- Por que os farang comem sozinhos?
- Por que eles falam tão alto?
- Por que eles colocam os pés na mesa?
- Por que eles não tiram os sapatos?
- Por que eles nunca servem os outros?
- Por que eles estão sempre com pressa?
- Por que eles bebem água fria?
- Por que eles usam shorts em todo lugar?
- Por que eles não comem comida apimentada?
- Por que eles tiram fotos de tudo?
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Por que fazem isso? — Perguntas sobre a cultura
- Por que não rezam?
- Por que não acreditam em fantasmas?
- Por que não têm respeito pelos monges?
- Por que criticam o rei?
- Por que não comem arroz em todas as refeições?
- Por que não usam máscara?
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Por que fazem isso? — Perguntas sobre dinheiro
- Por que são pão-duros?
- Por que não pagam para todo o grupo?
- Por que perguntam o preço ANTES de fazer o pedido?
- Por que não dão gorjeta como os tailandeses?
- Por que falam de finanças em público?
- Por que não apoiam a família financeiramente?
- Por que usam cartão de crédito em todo lugar?
- Por que compram coisas inúteis?
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Por que eles fazem isso? — Perguntas sobre os relacionamentos
- Por que eles não dizem "eu te amo" todos os dias?
- Por que eles não querem se casar imediatamente?
- Por que eles precisam de espaço?
- Por que eles são tão desajeitados com os sentimentos?
- Por que eles flertam com todo mundo?
- Por que eles não apresentam o seu parceiro à família?
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Capítulo 5 — Encontrar-se: namoro tailandês vs. ocidental
- O namoro não existe realmente na Tailândia
- Os aplicativos de encontro
- O primeiro encontro
- O "hello" em tailandês
- O "caçador de farangs"
- A aparência: o critério número um
- O que você pode fazer
- A linguagem do amor no primeiro encontro
- Os passos em falso culturais no primeiro encontro
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O dinheiro no casal: quem paga o quê?
- A dinâmica financeira tailandês-farang
- O farang ganha mais — e isso cria um desequilíbrio
- Quem paga os passeios?
- A moradia
- Os presentes e as demonstrações de afeto
- A conta conjunta vs as contas separadas
- O apoio à família
- Os testemunhos não mentem
- O que pode fazer
-
Fidelidade, confiança, ciúme
- O espectro da infidelidade
- O estereótipo do farang infiel
- O estereótipo da tailandesa oportunista
- A confiança: construir sobre areia?
- O ciúme tailandês
- O ciúme farang
- Como construir a confiança
- Quando a confiança é quebrada
- O que você pode fazer
-
A família no casal: encontros, filhos, educação
- O encontro com a família thai
- O buffet das perguntas indiscretas
- As crianças biculturais
- A educação: duas visões do mundo
- A religião dos filhos
- O papel dos avós
- O que podem fazer
-
O futuro: visto, país de vida, e a questão impossível
- Onde vamos viver?
- O visto de casamento na Tailândia
- O casamento: porquê, quando, como?
- A partida do estrangeiro
- Os filhos do futuro
- O que você pode fazer
- O cenário ideal
- O cenário a evitar
- A palavra final do capítulo
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Capítulo 6 — Trabalhar com tailandeses
- O mito do "fácil"
- 1. O "mai pen rai" no trabalho: uma arma de dois gumes
- 2. A hierarquia: invisível, mas onipresente
- 3. O "yes" que não quer dizer sim
- 4. A face (*naa*) no escritório
- 5. Pontualidade: o conceito flexível
- 6. A motivação: o dinheiro primeiro, o reconhecimento depois
- 7. O aprendizado: observar antes de falar
- 8. Os conflitos: a arte de não os ter
- 9. O farang que tem sucesso no trabalho na Tailândia
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Capítulo 6 (continuação) — Para os tailandeses: entender o farang no trabalho
- Por que ele é tão direto (e o que isso não significa)
- Por que ele faz tantas perguntas
- Por que ele não respeita a hierarquia (mesmo quando deveria)
- Por que ele é obcecado por prazos
- Por que ele quer tudo por escrito
- Por que ele não entende quando você fica em silêncio
- Por que ele come sozinho na frente do computador
- Por que ele diz "obrigado" o tempo todo
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Trabalhar para um chefe farang
- O chefe farang não é o seu chefe tailandês — e isso é normal
- Ele quer que você tome iniciativas (sem incomodá-lo)
- Ele dá feedback... o tempo todo
- A relação com a autoridade é diferente
- Os horários são sagrados (mesmo quando ele não diz)
- Ele não entende as faltas por causa da família
- O open space é uma armadilha
- O chefe farang que realmente respeita você
- Em resumo
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Capítulo 7 — 10 regras de ouro para sobreviver a um casal tailandês-farang
- 1. Nunca suponha — pergunte
- 2. Aprenda o idioma — pelo menos o básico
- 3. Separe o dinheiro do sentimento
- 4. A família é um pacote completo
- 5. O tempo é um conceito cultural
- 6. O conflito não é o fim do mundo
- 7. Não confunda cultura com caráter
- 8. Proteja sua independência — os dois
- 9. Aceite que certos mal-entendidos não se resolvem
- 10. Riam juntos
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Capítulo 8 — Eles contam: histórias reais de casais thai-farang
- O que os livros não te contam
- Scott e sua esposa tailandesa — Hua Hin, Tailândia
- NOI e Michael — Khon Kaen e Alemanha
- Chontida e Willy — Ban Chan Swiss, Roi Et
- Mali — De Sakon Nakhon ao inferno alemão, e depois o retorno
- O americano de 51 anos e a mulher de Isan — Fórum ASEAN NOW, 2005
-
Capítulo 8 (continuação) — Mais histórias reais ainda
- Steve, de Chiang Mai — O homem que morreu e não sabia
- Eskil, o sueco — Quando os objetos voam
- O veterano americano — 50 anos de casamento
- O americano de 72 anos em Isan — O paraíso na terra
-
Capítulo 8 (fim) — Beam, Pond e o casamento a três
- Beam e Chris — 19 anos, dois países, um fim brusco
- Pond — De arruinada a chefe de empresa
- Gig e os dois austríacos — O casamento a três de Buriram
- O que estas histórias nos ensinam
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Capítulo 9 — Em conclusão
- Uma última palavra
- As ideias principais
- Uma última palavra
- Mini dicionário tailandês-português
Ce qui rend ce livre différent
Cypher Aeon Veda
Comecemos por afastar os mal-entendidos.
Este livro não é um guia para "conquistar" um farang. Se você está procurando dicas de paquera ou listas de aplicativos de encontro, está no lugar errado.
Formats et compatibilité
Ebook
EPUB + PDF. Lisible sur Kindle, tablette, smartphone, PC.
Questions fréquentes
O que este livro não é
Comecemos por afastar os mal-entendidos.
Por que o ponto de vista de dentro é único
Imagine que um chinês escreva um livro para explicar os franceses aos americanos. Ele pode ser brilhante, bem documentado, respeitoso — mas continuará sendo de fora.
Os farang não são todos iguais
Essa é talvez a frase mais importante deste livro.
Como usar este livro
**Se você tem um parceiro farang:** comece pelo capítulo sobre a nacionalidade dele, depois leia os capítulos sobre a mentalidade e os perfis atípicos. O capítulo sobre o casal intercultural pode esperar — será mais útil depois que você entender o básico.
Glossário dos termos tailandeses
Este livro usa vários termos culturais tailandeses. Aqui estão os principais, explicados em uma frase:
Uma última palavra antes de começar
Não pretendo falar por todos os farang. Ninguém pode. Este livro é baseado na minha experiência, nas minhas observações, nas minhas pesquisas, e nas centenas de conversas que tive com expatriados de todas as nacionalidades e tailandeses de todos os horizontes.
Um farang não é um farang
Na Tailândia, a palavra *farang* agrupa todo mundo. Americano, inglês, francês, alemão, australiano — na mente de muitos tailandeses, é a mesma categoria: pele branca, alto, fala inglês (bem, mais ou menos), come com garfo.
A nacionalidade molda o comportamento
Cada país tem um sistema educacional diferente, uma história diferente, uma relação com a autoridade diferente, uma forma de conceber o dinheiro, a família, o tempo, a educação. Essas diferenças não se apagam porque alguém pega um avião para Bangcoc.